Polícia procura três suspeitos de participar da morte de carcereiro em Matinha; 5 foram presos e 2 morreram
Polícia mantém operação para prender suspeitos de matar carcereiro A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) já identificou 10 pessoas suspeitas de participaç...
Polícia mantém operação para prender suspeitos de matar carcereiro A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) já identificou 10 pessoas suspeitas de participação na morte carcereiro Domingos Macau Ferreira, conhecido como Romário, que foi assassinado a tiros na zona rural de Matinha, na baixada maranhense. O crime aconteceu na sexta-feira (6), quando a vítima voltava do trabalho para casa, em uma estrada vicinal. Três suspeitos de envolvimento no crime estão sendo procurados. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Maranhão no WhatsApp A princípio, a PC-MA apontou a participação de quatro pessoas no assassinato, sendo que três delas foram presas logo após o crime e o quarto suspeito, identificado como Eduardo Costa Diniz, estava sendo procurado. No entanto, no decorrer das investigações, a polícia identificou mais seis suspeitos, totalizando 10 envolvidos. Dos 10 suspeitos de envolvimento, cinco já foram presos. Dois morreram, sendo um por suicídio e outro em confronto com a polícia. Ainda há três foragidos, dois deles foram identificados como Eduardo Costa Diniz e Thyalison. Eduardo Costa Diniz (à esquerda) e Thyalison (à direita). Reprodução/TV Mirante O crime Homem que trabalhava como carcereiro é assassinado a tiros em Matinha Reprodução/ TV Mirante Domingos Macau Ferreira, que trabalhava como carcereiro na delegacia de Matinha e também auxiliava a Polícia Civil em missões, foi morto na última sexta-feira (6), quando voltava do trabalho para casa de moto, em uma estrada vicinal. Os criminosos, que também estavam em motocicletas, abordaram a vítima e dispararam vários tiros contra Domingos Macau, que morreu ainda no local. Segundo a polícia, a principal linha de investigação é de que o assassinato tenha relação direta com a atuação da vítima na unidade policial. Grupos ligados ao tráfico e a outras práticas criminosas na região podem estar envolvidos.